Filosofia


Eutanásia: Sim ou não?

11.º ano




“OS TEXTOS QUE FIZERAM FILOSOFIA”

11º A/C/D


O conceito de Verdade e Objetividade Científica: Kuhn vs Popper

FAZ DO ALIMENTO O TEU MEDICAMENTO


Desta vez as sugestões são os petiscos saudáveis para poderem desfrutar de bons momentos passados com amigos ou em família. Chegar ao prato principal sem fome, depois de saborear estas propostas, é normal. Servir entradas antes do jantar faz parte da tradição: serve para entreter os convidados, (supostamente) enganar a fome e proporcionar um bom momento de convívio....Ler mais

Bom apetite!


OS TEXTOS QUE FIZERAM FILOSOFIA (continuação)...Ler mais


Publicamos os melhores textos, elaborados pelos alunos do 11ºA, C e D, para servirem de inspiração a outros textos e a outros alunos. Continuação de boas leituras!  

OS TEXTOS QUE FIZERAM FILOSOFIA (continuação)...Ler mais


FAZ DO ALIMENTO O TEU MEDICAMENTO

Sopas Saudáveis

As sopas são uma excelente opção para comer, quentes no inverno e frias no verão...Ler mais


OS TEXTOS QUE FIZERAM FILOSOFIA ...Ler mais


ENCONTROS PARA “CONSTRUIR CAMINHOS” DE CIDADANIA

PENA DE MORTE: SIM OU NÃO?


Este ano as disciplinas de Filosofia e EMRC organizaram, em articulação com a Biblioteca Escolar de Alfena, um ciclo de encontros. Ler mais...


FAZ DO ALIMENTO O TEU MEDICAMENTO


Uma Sanduíche combina com uma refeição leve, nutritiva, saudável e muito saborosa… e passou a ser, muitas vezes, uma opção alternativa para quem tem pouco tempo disponível para fazer uma refeição.

Dependendo dos seus ingredientes, ela pode tornar-se uma opção saudável e muito deliciosa. 

Prova algumas das nossas receitas e dá a tua opinião



BOM APETITE!






“O pensamento não serve a lógica: serve-se dela.”
                                                                                              Edgar Morin

Fundada por Aristóteles, a lógica pode ser definida como a ciência que estuda o logos, ou seja, o pensamento e o discurso coerente. À lógica interessa a validade e não a verdade. A validade está relacionada com a forma do argumento, sendo que, um argumento é válido se a conclusão derivar logicamente das premissas, caso contrário, é inválido. A verdade/falsidade está relacionada com o conteúdo material das proposições. Ler mais...





Trabalhos realizados ao longo deste ano letivo pelos alunos do 10.º ano.






Encerramento das atividades dinamizadas no âmbito da disciplina de Filosofia em articulação com a Biblioteca Escolar de Alfena.

Aos professores e colegas o meu agradecimento pela participação; aos alunos o meu reconhecimento pelo empenho e dedicação nas diferentes atividades dinamizadas ao longo do ano; à equipa da Biblioteca Escolar a minha gratidão pelo inestimável e elevado contributo, claro e visível, na consecução das atividades da disciplina de Filosofia do 10.º ano. Foi um gosto trabalhar os conteúdos programáticos e contribuir para tornar os ideais da filosofia vivos. No próximo ano letivo há mais atividades.
Um forte abraço!

Prof. Raquel Pereira



Temas/problemas do mundo contemporâneo

No final do ano o texto argumentativo, ou dissertação filosófica, teve por objetivo a aplicação dos conhecimentos e das práticas filosóficas adquiridas ao longo do ano. Os temas escolhidos levantam problemas filosóficos pertinentes a exigirem, da nossa parte, atenção e esforço de reflexão pessoal, coerência, planificação e organização. Esta atividade permitiu lançar o mote para a reflexão pessoal sobre temas/problemas do mundo contemporâneo: os “perigos e riscos das redes sociais”, os “direitos das mulheres”, os “direitos dos animais”, a “paz mundial e o diálogo inter-religioso”, a “responsabilidade ecológica”, entre outros. Regista-se a abertura e disponibilidade do professor Carlos Meneses, da disciplina de EMRC, pelas sugestões construtivas e o incentivo aos alunos, no acesso à informação relacionada com o diálogo inter-religioso. Os alunos também construíram marcadores de leitura criativos, alusivos aos temas, os quais levantam problemas filosóficos pertinentes que exigem da nossa parte maior atenção e tomada de posição. Podem ser apreciados pela comunidade escolar, na TEIA da Biblioteca.
Prof. Raquel Pereira


- Mentir ou dizer a verdade! Eis a questão.


Será que mentir é moralmente correto? Sim, porquê? E se mentir fosse uma forma de favorecer a situação do nosso amigo? Será que assim já seria correto mentir? Immanuel Kant e John Stuart Mill tentaram dar resposta a estas perguntas de acordo com as suas teorias. Ler mais...



Será eticamente aceitável mentir ao melhor amigo?


Para responder a esta questão, podemos ter em contar duas teorias distintas. Podemos basear-nos nas éticas deontológicas ou nas éticas consequencialistas. Ler mais...


Texto do aluno Nuno Campos, n.º 22 da turma 10.º B

Durante a nossa vida, confrontados com determinadas situações, temos que tomar
 decisões na difícil tentativa de resolver os nossos dilemas.
E o problema surge configurado na questão - Até que ponto é moralmente aceitável
mentir a um amigo? Ler mais ...



É o homem livre nas suas ações?
A existência ou não de livre arbítrio é uma das mais discutíveis e recorrentes questões filosóficas. Para responder a esta questão três teorias podem ser defendidas. O determinismo radical e o libertismo, duas conceções diametralmente opostas e o determinismo moderado, como forma de conciliação. Ler mais...


“Que o teu alimento seja a tua medicina”




Esta máxima de Hipócrates (460 a.C.) continua a ser máxima no tempo presente. Nas aulas de Filosofia estudamos o homem como um ser em evolução, “produto e produtor de cultura” nas palavras de Edgar Morin. No entanto, não nos podemos esquecer que somos, antes de mais, seres vivos e que os sistemas fisiológicos: sistema nervoso, sistema endócrino e sistema imunitário, constituem a base e o fundamento de todos os nossos comportamentos, desde os mais simples aos mais complexos. Qualquer falha em cada um destes sistemas, terá repercussões em todos os outros e naquilo que somos como seres individuais. Nesta medida, é imperioso adotarmos uma alimentação adequada, para que possamos atingir a aponia do corpo e a ataraxia da alma. Neste contexto, os alunos do 10º ano estão a dinamizar a atividade, “Faz do alimento o teu medicamento“ em articulação com o GAS e a Biblioteca Escolar. A proposta é incentivar a pesquisa de alimentos e respetivas propriedades nutritivas dadas a conhecer, à comunidade escolar, ao longo do ano, no placard, junto à Biblioteca. Os alunos envolvidos nesta iniciativa querem deixar um comentário ao trabalho que estão a desenvolver?

 Prof. Raquel Pereira


Vamos levar a filosofia às pessoas … vamos levar as pessoas a filosofar…

Vem à BIBLIOTECA ver a Teia das Palavras e leva um marcador de leitura!




Em 2002 a UNESCO instituiu a celebração do “Dia Internacional da Filosofia”, na terceira quinta-feira, do mês de Novembro, para consciencializar a comunidade internacional acerca do valor e da importância do questionamento filosófico, no diálogo entre os povos e na construção da condição humana, livre e responsável. Este evento tem como objetivo promover não só a reflexão filosófica como também dar visibilidade à filosofia em todo o mundo, com especial destaque para os países onde não é ensinada na escola.



Este ano os alunos do 10º ano fizeram uma pesquisa de motivos iconográficos, relacionados com a filosofia, expostos na Teia das Palavras. Também foram criados marcadores de leitura para todos os visitantes da Biblioteca, com frases de filósofos que chamaram a atenção do público para a necessidade de refletir, porque a filosofia não é uma mera transmissão de conhecimentos e de ideias feitas mas antes uma prática do desenvolvimento do pensamento e da capacidade de pensar…


- Para que servirá então a Filosofia?
- Para nos ajudar a sermos mais livres!


                                                                                       
Prof. Raquel Pereira




A FILOSOFIA NA TEIA DAS PALAVRAS…


O Desafio de uma Filosofia renovada!

Se todos os alunos da escola de Alfena têm ou tiveram a disciplina de Filosofia, nem todos têm, ou tiveram, uma experiência gratificante. Uma experiência marcante, duradoura e positiva. As causas desta relação pouco apaixonante com as temáticas, os autores e as problemáticas da Filosofia têm vários “culpados”. Entre os principais “culpados”, estão algumas expectativas face a um saber que se reclama diferente dos saberes tradicionais – científicos ou tecnológicos – expectativas muitas vezes traduzidas na pergunta - “Para que serve a Filosofia?”  Ler mais...

29 comentários:

  1. Espero que os alunos adiram a este projeto e venham muitas vezes "filosofar", quer neste espaço virtual, quer no espaço físico da Biblioteca Escolar .

    ResponderEliminar
  2. Está na hora de refletirmos, com mais propriedade, acerca de certos problemas... Guiados pela mão dos cientistas ou orientados pela lente dos filósofos, desafio os alunos a responderem à seguinte questão:
    - É o homem livre nas suas ações? Porquê?
    Fico a aguardar as vossas respostas..... Bom trabalho. Prof. Raquel Pereira

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Sob o ponto de vista do cientista, determinista radical, o homem não é livre nas suas ações. Isto porque o determinista defende que o ser humano está sujeito às mesmas leis que regem os fenómenos físicos e ao princípio da causalidade («as mesmas causas produzem inevitavelmente os mesmos efeitos»). Deste modo, o homem não possui poder de escolha ou liberdade nas suas ações, pois agiu como consequência das causas a que foi sujeito (o seu comportamento é constrangido). Assim, o ser-humano não pode ser responsabilizado pelas mesmas já que não as realizou de acordo com os seus desejos, crenças e vontade (não houve intenção ou motivo, que são necessários para classificar uma ação como livre). O determinista nega o livre-arbítrio e a responsabilidade do agente, classificando o comportamento humano como inevitável, constrangido e predizível.

      Mariana Silva, 10º A

      Eliminar
    2. Esta visão determinista é, a meu ver, muito simplista e, até, um pouco perigosa. Levada ao extremo, todas as nossas ações seriam justificadas e justificáveis, já que não temos poder de decisão. Não me identifico nem um pouco com ela.

      Eliminar
  3. Penso que se pode dizer que o homem, enquanto ser racional e pensante, consciente de si e do que o rodeia, é livre nas suas ações. A liberdade de agir surge no momento em que o homem encontra motivos para, após uma deliberação, decidir e executar aquilo que ponderou. O Homem exerce a sua liberdade de escolha de acordo com os seus princípios, porque tem livre arbítrio. Porém, pode ser condicionado por fatores físico-biológicos ou histórico-culturais, os quais nos impedem de agir com liberdade absoluta. Posto isto, e numa perspetiva compatibilista, pode-se dizer que o Homem se por um lado está determinado no momento de agir, seja pela cultura, pelo espaço e tempo, seja pela sua dimensão biológica, por vezes tão frágil … por outro lado é sempre responsável por tudo quanto fizer.
    Sofia Azevedo 10ºA

    ResponderEliminar
  4. A axiologia estuda a natureza dos valores.
    - Serão os valores subjetivos ou objetivos? - Os valores estão na mente do sujeito ou nos objetos?
    Ficamos a aguardar as vossas reflexões .....
    Bom trabalho! Prof. Raquel Pereira

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. A dimensão ético-política procura analisar e compreender a experiência convivencial, área de particular interesse pelo facto de levantar problemas, traduzidos pelos dilemas da vida. E uma das questões emerge: - É moralmente aceitável mentir ao melhor amigo?
      Desafio os alunos do 10º ano a refletirem com a ajuda da lente de Kant ou Stuart Mill e a fundamentarem a vossa perspetiva pessoal, recorrendo a exemplos.
      Boas reflexões
      Prof. Raquel Pereira

      Eliminar
  5. - É moralmente aceitável mentir ao melhor amigo?
    Na minha opinião mentir não é moralmente correcto, mas isso não
    significa que não o possamos fazer quando enfrentamos situações em que
    mentir é a nossa única opção para que ninguém do nosso interesse saia
    prejudicado.Para responder a esta questão temos de analisar as
    hipóteses dos extremos e depois criar uma hipótese viável para todos
    os casos. Se pensarmos que mentir é correcto, acabamos por tornar esta
    crença num hábito que acaba por prejudicar as nossas relações na
    sociedade, pois as pessoas vão começar a aperceber-se que estão sempre
    a ser enganadas e acabam por perder a confiança em nós, excluindo-nos
    da sociedade, indirectamente. Se considerarmos a crença que diz que
    nunca se deve mentir, verdadeira, iremos acabar por ser confrontados
    por uma situação em que se dissermos a verdade, ficamos prejudicados,
    ou outros do nosso interesse ficarão. Um bom exemplo deste caso é o
    seguinte: Se nos aparecesse à porta a nossa mãe e nos dissesse onde se
    ia esconder de um assassino e esse mesmo assassino aparecesse mais
    tarde, com uma faca na mão, exaltado e agressivo e nos perguntasse
    onde é que a nossa mãe estava, diriamos o local exacto onde ela se
    encontrava só porque dizemos sempre a verdade? Obviamente que não,
    mentiríamos e arranjávamos forma de apanhar este assassino salvando
    quem nós gostamos. Ao pensarmos em dizer só a verdade ou só a mentira,
    acabamos por ter um pensamento acrítico em relação à solução do
    problema, porque nunca questionamos se haveria uma solução mais
    correcta e se a que nós optámos seria a mais correcta. Por isso é que
    tem de haver um meio termo, não podemos estar sempre a mentir, nem
    estar sempre a dizer a verdade, temos de optar, de forma consciente e
    racional, dependendo da situação a que somos sujeitos e de forma a
    beneficiar a maior quantidade de pessoas possível. Assim, concluo que
    é moralmente correto mentir ao melhor amigo, se essa mentira
    beneficiar a maior quantidade de pessoas possível.... Assumo um
    registo Milliano, melhor dizendo, a perspectiva utilitarista das
    éticas materiais, onde não importa a intenção mas a consequência e os
    efeitos práticos da ação.
    Marino 10º A

    ResponderEliminar
  6. Inúmeras situações do quotidiano são capazes de pôr à prova a nossa honestidade. Será sempre a verdade o melhor caminho a seguir?
    Kant e Stuart Mill respondem a esta questão assumindo perspetivas opostas.
    Segundo Kant, mentir é uma ação contra o dever e por isso é imoral. Com efeito, não devemos mentir, sejam quais forem as consequências da nossa atitude.
    Stuart Mill considera que a mentira pode ser utilizada na medida em que essa ação conduza à maximização da felicidade do maior número de pessoas envolvidas. Centrado nas consequências, usa o desvalor para alcançar um fim.
    Na minha opinião, mentir é uma ação imoral pois mais cedo ou mais tarde, essa mentira será a causa do sofrimento dos indivíduos envolvidos; Consideremos a situação de um jovem que mente ao avô, que pede dinheiro para uma refeição, quando na verdade pretende oferecer uma prenda a um amigo. Neste caso concreto, o jovem conseguirá, evidentemente, trazer a felicidade do seu amigo mas só enquanto a mentira prevalecer, pois quando o avô se aperceber do feito ficará decepcionado. Se o agente se limitasse a confessar a impossibilidade de compra da prenda ao amigo, e simplesmente frisasse o desejo de o fazer, poderia conseguir o dinheiro sem enganar o avô.
    Posicionando-me na vertente de Kant, penso que devemos agir como gostaríamos que o próximo agisse connosco, assumindo sempre a verdade inscrita na máxima “age de tal forma que a tua norma se torne universal”. O que verdadeiramente conta é a intenção do agente e não a consequência da acção, e portanto, mentir deve ser claramente um ato a evitar.
    Mill, defende a moralidade de uma situação centrada nas consequências em que um indivíduo pode ser sacrificado pela felicidade e bem-estar de um maior número de pessoas. Eu considero esta ação insensível e perturbadora porque pois não é tido em conta o sofrimento daquele indivíduo em particular, denominado de “bode expiatório”.
    Em suma, o imperativo categórico, absoluto e necessário, é o puro respeito à lei e torna-se o caminho mais sensato a seguir. Concluo que a mentira é uma atitude eticamente inaceitável, seja esta exercida sobre o melhor amigo ou sobre qualquer outra pessoa.


    Mariana Gomes, nº15, 10ºA

    ResponderEliminar
  7. Finalizamos a ética utilitarista e deontológica. Muito ainda ficou por dizer... Os alunos têm até ao final das férias da páscoa para publicar as reflexões no âmbito desta temática. Com o início da primavera queremos uma filosofia ainda mais próxima da realidade e vamos refletir sobre uma política mais ética .... Até já!
    Prof. Raquel Pereira

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. O blogue da Biblioteca, no espaço reservado à Filosofia, contribuiu para divulgar não só as atividades dinamizadas ao longo do ano, como também para publicar os melhores trabalhos, escritos pelos alunos, a propósito da lecionação dos conteúdos programáticos da disciplina. O blogue revelou-se uma maneira divertida de aprender/estudar Filosofia, de criar hábitos de pesquisa e de valorização do trabalho pessoal e criativo dos alunos, os quais tiveram a oportunidade de trocar ideias, mobilizar conhecimentos, problematizar conceitos, construir saberes, alinhados numa perspetiva crítica, enquadrada em contextos da vida real, no âmbito dos valores éticos, políticos, estéticos e de temas/problemas da sociedade contemporânea… Leiam o que melhor se escreveu e comentem, neste espaço reservado à comunicação e expressão pessoal de ideias.....
      Prof. Raquel Pereira

      Eliminar
  8. Quando surgiu a oportunidade de fazermos o trabalho sobre esta temática, achávamos que íamos falar do que toda a gente sabe. No entanto, acabou por ser gratificante.
    O nosso tema era O Abandono dos Animais e foi o que mais nos despertou interesse porque apesar de já ser um tema bastante abordado, não lhe é dada a devida importância.

    Mafalda Santos e Natália Pereira, 11°D

    ResponderEliminar
  9. Aquando da proposta da elaboração de um Ensaio Filosófico sentimo-nos desconfortáveis, pois nunca nos havia sido proposto tal trabalho e por isso não sabíamos como o elaborar. No entanto, a possibilidade de escolha do tema a abordar foi o que nos agradou mais, motivando-nos.
    Com a ajuda da professora a elaboração deste Ensaio Filosófico, e a sua respetiva apresentação, tornou-se mais prático.
    Este trabalho ajudou-nos a elucidar um tema no qual não estavamos ocorrentes e por isso muito enriquecedor.

    Catarina Esteves e Inês Conde, 11ºD

    ResponderEliminar
  10. Olá Catarina e Inês
    Para quem ainda não leu, digam qual foi o tema trabalhado no ensaio filosófico e qual o seu interesse para todos nós.
    Olá Mafalda e Natália
    A defesa dos direitos dos animais constitui um movimento que procura garantir que os seus interesses básicos sejam respeitados e tenham igual consideração em relação aos interesses humanos. A vossa reflexão pode despertar consciências.... Parabéns pela vossa preocupação e empenho!
    Prof. Raquel

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Os temas dos nossos ensaios filosóficos foram ''A Paz Mundial e o Diálogo Inter Religioso'' (Inês) e ''Direitos dos Animais - Circos e Touradas'' (Catarina)

      Eliminar
  11. Concordo com as palavras da Mafalda a propósito da lógica porque possui um papel importante no nosso dia-a-dia já que nos permite evitar o erro e corrigir incorreções no pensamento (falácias formais) que por vezes a lógica natural e a razão não detetam. Assim, é possível dizer que a lógica ajuda a expor aquilo em que racionalmente acreditamos e se considerarmos verdadeiras as premissas e raciocinarmos validamente, utilizando para isso os instrumentos lógicos do pensamento, é impossível que cheguemos a uma conclusão falsa, construindo-se assim um argumento sólido. Deste modo, considero que ninguém, nem nenhuma ciência, deve prescindir da lógica sob pena de constituir um pensamento inconsistente e proferir um discurso ininteligível.

    Diana Silva, 11ºA

    ResponderEliminar
  12. O dia da filosofia foi assinalado com a aula aberta na biblioteca Escolar para a apresentação das curtas-metragens. Foi uma atividade fantástica e do agrado de todos. Agora vamos pôr um like na curta preferida.

    ResponderEliminar
    Respostas
    1. Eu gostei muito da atividade na biblioteca, pois foi uma boa forma de ajudar os alunos do 10° ano a entender a filosofia!

      Votem na curta do 11°D: https://youtu.be/MF7ConOFFzM

      Eliminar
  13. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  14. Gostamos bastante desta atividade na biblioteca escolar, e de todas as curtas-metragens apresentadas, cada uma diferente e tal como a professora disse fantásticas, apreciamos o esforço e dedicação dos professores que participaram e dos alunos igualmente, em especial os alunos de 10ºano, porque estão a iniciar uma nova disciplina, e esperemos que tenham muito empenho e gostem da disciplina, embora seja bastante abrangente em termos de conteúdo, quisemos mostrar que podemos sempre, com esforço e dedicação, inverter um bocadinho a situação e "brincar" com os conteúdos...
    11ºC

    ResponderEliminar

  15. A Mariana Gomes e a Sara Paredes do 11ºA pediram-me para publicar este comentário.
    Gostamos muito de realizar este tipo de atividade. Para além de ajudar a proporcionar um ambiente de maior harmonia entre a turma, mostrou-nos que temos grande capacidade para o trabalho em equipa. Ficamos bastante felizes com a forma como todos os elementos da turma colaboraram, pois cada um tinha uma função indispensável para que conseguíssemos obter o grande resultado final. Concordamos que a escola deveria realizar mais vezes este tipo de atividades, uma vez que estas permitem uma aprendizagem mais lúdica e divertida dos conteúdos programáticos. Todos os grupos em concurso, surgiram com ideias bastante criativas, para abordarem os conteúdos do programa de filosofia, aplicados a situações do quotidiano, permitindo deste modo uma melhor adesão por parte dos alunos de 10ºano.
    Mariana Gomes e Sara Paredes - 11ºA

    ResponderEliminar
  16. Penso que esta atividade foi muito positiva, uma vez que pudemos conciliar os momentos agradáveis que passamos entre colegas com a revisão da matéria de 10º ano de uma forma mais divertida. Tenho a noção de que a matéria abordada nestes trabalhos ficará presente na nossa memória.
    Fiquei também agradavelmente surpreendida com a adesão que todas as turmas tiverem.
    Mafalda Santos 11ªD

    ResponderEliminar
  17. Que deliciosas receitas! A minha preferida é a sandes de ricota. Excelente opção e muito saudável.
    Prof. Raquel Pereira

    ResponderEliminar
  18. O projecto "Construir Caminhos" é excelente! Este leva-nos a reflectir e a debater de uma forma particularmente dinâmica. Este primeiro encontro foi muito útil e esclarecedor. Aguardo ansiosamente para os seguintes :)
    Catarina Oliveira, 11ºA

    ResponderEliminar
  19. Que receitas tão originais mas acima de tudo tão saudáveis. Parabéns 11ºC! Todas têm um excelente aspecto e mal consiga irei experimentá-las.
    Catarina Oliveira, 11ºA

    ResponderEliminar
  20. Penso que esta iniciativa é muito positiva, uma vez que desta forma podemos confirmar mais eficazmente algumas dúvidas que poderemos ter após a realização do teste. Efetivamente, as respostas escolhidas estão muito bem elaboradas, conciliando os tópicos estudados com uma linguagem adequada. Finalmente, penso que estas respostas vão ser uma grande ajuda para aqueles que decidirem fazer o exame de Filosofia este ano.
    Mafalda Santos, 11ºD

    ResponderEliminar
  21. Foi um prazer ler as respostas dos meus colegas de turma, que organizando logicamente os seus textos demonstraram os seus conhecimentos que apreenderam nas aulas de Filosofia. Mais do que expôr esse conhecimento, acredito que eles possam elaborar as suas próprias teses, responder ou até mesmo abrir portas para novas questões filosóficas bastante interessantes.
    Aproveito para confessar que estou bastante entusiasmada pelo próximo encontro do projeto «Construir Caminhos». Estes últimos dois deram lugar a debates deveras interessantes e penso que fomos todos capazes de compreender e aprender com as perspetivas uns dos outros.

    ResponderEliminar
  22. Se "os textos que fizeram filosofia" foram tão apreciados pelos alunos vamos continuar a escrever e a inspirar, ao mesmo tempo estudam para o próximo teste de filosofia. Bom trabalho
    Prof. Raquel

    ResponderEliminar